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Investimento em energia renovável alcança US$ 263 bilhões em 2011, segundo estudo
 Publicado em 13 Abr 2011 

Brasil estuda redes inteligentes para diminuir desperdício de energia

Brasília – Quinze de cada 100 quilowatts de energia elétrica produzida no Brasil se perdem entre a geração e o consumo. De acordo com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a proporção é mais do que o dobro da registrada em outros países (até 7%) e acima da oferta interna de energia com base em carvão, gás, petróleo e energia nuclear (que somam 14,4%, segundo o Balanço Energético Nacional).

A perda de energia (causada principalmente pelo furto por meio de instalações irregulares, o chamado gato) motivou o CGEE a fazer um amplo estudo sobre o uso de redes inteligentes (ou smart grids, como são mais conhecidas em inglês) para gerenciamento da geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. Até março, o centro publica estudo que identificará iniciativas no Brasil e no exterior para o desenvolvimento de tecnologia que monitore o funcionamento do sistema elétrico.

A tecnologia pode informar em tempo real, por exemplo, a ocorrência de pane e a eventual suspensão do fornecimento. “Quando cai a energia, seja lá por qual motivo, você liga para a concessionária. Pelo smart grid, isso passa a ser automático, não precisa ligar”, explica Ceres Cavalcanti, assessora do CGEE. Segundo ela, o smart grid melhora o serviço que é prestado pelas concessionárias. “Essas empresas conseguirão ter mais informação para poder prestar o melhor serviço ao seu mercado e a seus clientes”, defende a assessora.

Além das concessionárias, o uso de redes inteligentes permite que os usuários façam o controle do consumo diretamente. No futuro, quando houver tarifa diferenciada conforme o horário, os medidores domésticos informarão quanto está sendo gasto a cada momento e o valor das tarifas cobradas dando a possibilidade de o consumidor utilizar os eletrodomésticos em horário de tarifas mais baratas.

Outra possibilidade é tornar o consumidor credor do sistema. Quem captar energia solar em casa, por exemplo, poderá ter desconto nas tarifas, pois a rede inteligente identifica a geração doméstica de energia. “Imagina os consumidores passarem a ser pequenos geradores, vai ser um grande quebra-cabeça. E aí talvez vai ter de mudar essa política de otimização (do consumo). Esse passo não é tão rápido, porém extremamente possível”, prevê Ceres Cavalcanti destacando que “hoje, a informação do sistema elétrico é direcional. Com o smart grid, passa a ser bidirecional. O consumidor passivo passa a ser ativo e vai ter vários tipos de serviços”.

Para a assessora do CGEE, a adoção do smart grid vai gerar negócios para a indústria de componentes do sistema elétrico e também para a área de tecnologia da informação e comunicação. “Isso melhora todo o sistema e encontramos nisso outras oportunidades. Vai gerar um mercado muito bom para a indústria. E isso tem vários desdobramentos no sentido de desenvolvimento de ciência e tecnologia. Tem uma série de linhas de pesquisa que podem vir a partir daí”, destaca.

O uso de redes inteligentes no sistema elétrico vai possibilitar economia de energia elétrica. O benefício, no entanto, não isentará o país de continuar investindo na ampliação da geração de energia. “É maravilhoso investir nesse caminho, mas isso não substitui a expansão completamente. O país cresce em termos de consumo de energia mais de 5% ao ano, o que é acima do crescimento do Produto Interno Bruto”, pondera Ceres Cavalcanti que lembra que há demanda reprimida pelo uso da energia, ainda cara para muitos usuários.

Fonte: Agência Brasil - 01.02.2012

Investimento em energia renovável alcança US$ 263 bilhões em 2011, segundo estudo

Fonte: Canal Energia 13.04.2012

Brasil - O mercado de energia renovável continua mostrando fôlego em todo o mundo. Apesar da crise financeira internacional, os investimentos chegaram a US$ 263 bilhões, com alta de 6,5% no ano passado. Com isso, foram adicionados 83,5 GW de nova capacidade de energia solar, eólica, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa, geotérmica e maremotriz, segundo estudo divulgado, esta semana, pelo Pew Charitable Trust. A capacidade instalada dessas fontes totalizou 565 GW.

A energia solar, pela primeira vez, liderou os aportes com US$ 128 bilhões, o que significou crescimento de 44%. O montante permitiu que fossem instalados 29,7 GW, com destaque para Itália e Alemanha. Com isso, as usinas solares somam 73 GW em operação. Já a energia eólica viu os investimentos recuarem 15% para US$ 72 bilhões, o que permitiu a instalação de 43 GW. A fonte continua, por uma boa margem, a maior energia renovável no mundo, com 239 GW instalados. Vale ressaltar que o estudo exclui as grandes hidrelétricas. A segunda maior fonte é a PCH, com 184 GW.

Os Estados Unidos voltaram a ser o maior investidor em energia renovável no mundo. Com alta de 42%, impulsionada pelos planos de estimulo econômico, os aportes alcançaram US$ 48,1 bilhões. O país alcançou 93 GW instalados. A China ficou em segundo lugar com US$ 45,5 bilhões, seguida por Alemanha (US$ 30,6 bilhões) e Itália (US$ 28 bilhões). Os chineses têm o maior parque instalado de energia renovável, somando 133 GW.

O Brasil se destacou ficando em 10º lugar com a aplicação de US$ 8 bilhões no ano passado. Os investimentos no país cresceram 15% em comparação a 2010, ficando com uma média de 14% entre 2006 e 2011. O país totaliza 15 GW instalados. Nos últimos cinco anos, a capacidade instalada do país cresceu 49%, atrás apenas de China (92%) e Turquia (85%).

O estudo destaca que, somente, em geração a partir de biomassa foram operacionalizados mais 1,9 GW, o que faz o país o maior gerador da fonte no mundo, totalizando 8,7 GW. Além disso, o país teve oferta de energia eólica mais barata do mundo, a US$ 62 por MWh.

Veja como continuar economizando energia com o fim do horário de verão

Fonte: G1 - 26.02.2012
Brasil - O horário de verão terminou à meia-noite de sábado, 25 de fevereiro, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, o Distrito Federal e na Bahia. De acordo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), durantes 133 dias a economia de energia elétrica chegou a R$ 160 milhões.

Mantendo a economia

De acordo com o gerente da CPFL, Mauro Forgerini, a economia da área da concessionária foi de 3% nos horários de pico de energia. Apesar do fim do horário, ele explicou que é possível continuar economizando com medidas simples no dia a dia, como, por exemplo, tirar sempre os aparelhos eletrônicos da tomada após o uso. “Também abrindo as janelas e aproveitando a iluminação natural, ficando atento às crianças que demoram no chuveiro, que deixam televisão ligada. Para passar roupa é preciso juntar uma quantidade razoável de peças, porque o ligar e desligar consome energia”, disse.

Adaptação do organismo

De acordo com o clínico geral José César Briganti, a transição do horário de verão pode impactar no organismo. “Isso pode perturbar o que chamamos de no ritmo circadiano, relacionado ao mecanismo de sono vigília. Respeitando que 1/3 de sono e 2/3 de vigília durante as 24 horas. Quando o organismo respeita isso fisiologicamente, sintetiza determinados hormônios em determinados horários. A síntese hormonal, que frequentemente começa às 3h, prepara o indivíduo para a vigília logo pela manhã. Com o fim do horário de verão, esse ciclo fica alterado e o indivíduo apresenta alguns sintomas como fadiga, insônia, sonolência diurna, mal estar gástrico, náusea e cefaleia”, disse.

No entanto, Briganti explicou que é possível se readaptar em cerca de 24 horas. “Bastando que o indivíduo respeite o ciclo cicardiano, fazendo refeições leves, respeitando o horário das refeições, expondo-se ao sol e evitando ter cochilos e dormir durante o dia. Procurar também conciliar o sono no horário normal que habitualmente faz”, destacou.
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Microgeração dá os primeiros passos

Fonte: Brasil Energia - 17.04.2012

Brasil - A Aneel aprovou as regras para a microgeração (até 100 kW) e a minigeração (até 1 MW) distribuídas. A nova legislação prevê, entre outras medidas, que a eletricidade gerada pelos consumidores seja descontada da conta de luz e o volume excedente seja transformado em crédito, que poderá ser usado por até três anos. As normas haviam sido divulgadas com exclusividade pela Revista Brasil Energia.

A partir do momento da publicação da resolução no Diário Oficial da União, as distribuidoras terão 240 dias para se adaptar às regras, incluindo reforços em suas redes e no sistema de atendimento. A Abradee criticou a resolução, afirmando que vai onerar os consumidores.

O sistema é válido apenas para energias renováveis: solar, eólica, biomassa e PCH. A resolução, porém, é considerada o primeiro passo para o desenvolvimento do mercado de energia solar no Brasil, que, por enquanto, deve crescer a partir da geração distribuída e não da venda de grandes projetos em leilões, como no caso das outras fontes.

Apesar de defenderem a regulamentação, integrantes do setor afirmam que a medida não é suficiente para impulsionar a instalação de painéis, já que o custo de financiamento para pessoas físicas e pequenas empresas é muito alto no país. Além disso, criticam o fato de o consumidor ter que pagar a tarifa de disponibilidade para as distribuidoras mesmo que produzam toda a energia que consomem, o que tornaria a geração menos vantajosa.

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